Saúde

Campanha Janeiro Roxo realiza ação na UBS de Nova Vila

Na tarde do último 28 de janeiro, em sequência à Campanha Janeiro Roxo de combate à hanseníase em Guimarães, as ações se desenvolvem na Unidade Básica de Saúde (UBS) Olavo Cardoso, no bairro Nova Vila, com palestra aos pacientes elaboradas pela enfermeira Silviane Sá, ACS Dinorá Nascimento, colaboradora Joelma e atendimento do nutricionista Marcelo.

Há três anos, o mês de janeiro foi oficializado como o mês de combate à hanseníase pelo Ministério da Saúde.  Considerada a enfermidade mais antiga da humanidade, a hanseníase (nomenclatura utilizada desde a década de 1980 para a lepra) tem cura, mas ainda hoje representa um problema de saúde pública no Brasil. Doença tropical negligenciada, infectocontagiosa de evolução crônica, se manifesta principalmente por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos como dormências e diminuição de força nas mãos e nos pés. É transmitida por um bacilo por meio do contato próximo e prolongado entre as pessoas. Seu diagnóstico, tratamento e cura dependem de exames clínicos minuciosos e, principalmente, da capacitação do médico. No entanto, fica o alerta: quando descoberta e tratada tardiamente, a hanseníase pode trazer deformidades e incapacidades físicas. No Brasil, o tratamento é gratuito e oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes podem se tratar em casa, com supervisão periódica nas unidades básicas de saúde.

A doença deixou de ser assustadora, e de ser chamada de lepra, a partir dos anos 1980, quando surgiu sua cura. A doença é a mesma de antigamente, o que mudou foi o tratamento, que é eficaz. Na década de 1980, foi instituída a poliquiometerapia (PQP), ou seja, o uso de mais de um medicamento para tratá-la, o que mudou a doença no mundo.

 

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